sábado, 12 de Abril de 2014

Museu de Marinha "Dia Internacional Monumentos e Sítios"


Propostas culturais para o seu período Pascal

De 15 a 18 de Abril - No âmbito do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios o Museu de Marinha vai realizar visitas guiadas (marcação obrigatória até 48 horas antes da visita. Contacto: Helena Almeida - Tel. 213 620 091 / 210 977 390 - email: helena.almeida@marinha.pt)

No dia 16 de Abril - A não perder também o Concerto da Banda da Armada às 17h00 – no Museu de Marinha. (Marinha Portuguesa)

Contamos consigo.
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Mais informações em: museu.marinha.pt

Portugal quer exportar sistema de comunicações desenvolvido pelo Exército

O Ministério da Defesa, em parceria com um consórcio privado, pretende comercializar e exportar um sistema de informação para comunicações tácticas que foi desenvolvido pelo Exército português.

O consórcio português para a promoção e exportação do sistema foi apresentado esta sexta-feira pelo ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco. Um exemplo em que este sistema poderia ser utilizado é a situação que se tem verificado na Ucrânia. (RTP)

quinta-feira, 10 de Abril de 2014

Forças Armadas executaram 82,9% da Lei de Programação Militar

A Lei de Programação Militar, aprovada em 2006, estipula a programação do investimento público das Forças Armadas em forças, equipamento, armamento, investigação e desenvolvimento e infraestruturas

A taxa de execução financeira da Lei de Programação Militar em 2013 foi de 82,9%, o que corresponde a 227,9 milhões de euros, revela o relatório de execução da LPM, que recomenda a revisão "indispensável" deste instrumento legal.

Os Órgãos e Serviços Centrais registam a maior fatia de gastos, 109,9 milhões de euros (a que corresponde uma execução de 75,5%), abrangendo medidas de investimento na "modernização da base industrial e tecnológica de Defesa e sistemas de informação e gestão", entre outras, indica o relatório de execução da Lei de Programação Militar, a que a Lusa teve acesso.

Segue-se a Marinha, com 69,8 milhões de euros (91,3%), a Força Aérea, com 26 milhões de euros (89,8%) e o Exército, com 15,5 milhões de euros (90%), refere o documento.

No que respeita às capacidades da Marinha, o relatório considera que a suspensão do contrato para a construção das lanchas de fiscalização costeira "agudiza" a situação deficitária na "existência de meios para assegurar o dispositivo naval padrão".

Nas conclusões do relatório, destaca-se a existência de saldos relativos a 2011 e 2012 que não transitaram para 2013, nos capítulos relativos aos órgãos e Serviços Centrais, do EMGFA, da Marinha e do Exército, num total de cerca de 72 milhões de euros.

"Entende-se como fundamental a transição anual dos saldos apurados, conforme previsto na Lei de Programação Militar", sublinha-se, no relatório, assinado pelo presidente do núcleo de acompanhamento da execução da LPM e director-geral do Armamento e Infraestruturas Militares do MDN, general Gravilha Chambel.

O relatório dá conta de que, apesar de uma proposta do ministério da Defesa junto do ministério das Finanças, "manteve-se o regime duodecimal bem como a existência de cativações legais, com implicações no pagamento de compromissos já assumidos".

"O elevado valor das cativações anuais tem reduzido os montantes financeiros previstos na LPM, o que não permite inscrever na Lei as aquisições programadas, comprometendo desta forma o planeamento e não permitindo que seja o instrumento de tradução do investimento das FFAA's [Forças Armadas]", adverte o relatório.

Assim, "considera-se indispensável a revisão da LPM", lei orgânica aprovada em 2006, "face ao quadro de constrangimentos orçamentais e a necessidade, no quadro legal, de assumir compromissos plurianuais".


A actual Lei de Programação Militar, e a que resultar da revisão, "deve atender ao investimento numa perspectiva holística de obtenção de bens e serviços entendidos na totalidade do ciclo da sua vida útil, considerando como parte deste o investimento nas acções de modernização e manutenção das capacidades edificadas".

A Lei de Programação Militar, aprovada em 2006, estipula a programação do investimento público das Forças Armadas em forças, equipamento, armamento, investigação e desenvolvimento e infraestruturas para a modernização e operacionalização do Sistema de Forças Nacional. (Jornal I)

Portugal ainda não decidiu se compra aviões militares KC-390 fabricados pela Embraer

Ano e meio após a inauguração das duas fábricas que o grupo aeroespacial brasileiro Embraer instalou em Évora (Setembro de 2012), é possível que Portugal possa vir a adquirir seis aviões militares KC-390 ali produzidos.

A decisão vai ser tomada "ainda em 2014", anunciou o Ministro da Defesa, Pedro Aguiar-Branco durante a visita que efectuou esta quarta-feira de manhã às unidades da Embraer instaladas na cidade alentejana onde são produzidos alguns componentes da estrutura da aeronave militar que pode vir a equipar a Força Aérea Portuguesa (FAP).

Aguiar- Branco faz depender a decisão final das "condições financeiras do país" e logo que esteja garantida a "sustentabilidade" das contas públicas. Satisfeito este requisito, o ministro admite que o avião KC-390 pode vir a constituir um "importante" contributo para o "reequipamento" da FAP realçando o facto de a aeronave brasileira entrar "em fase de testes" no próximo ano para ser comercializada em 2016.

O projecto que a Embraer instalou em Évora é o resultado de uma parceria entre o grupo brasileiro e o Estado português que " eleva a participação das empresas portuguesas" ao fazer uso de tecnologia de ponta, realçou o governante.

Com efeito, nas instalações da Embraer erguidas na periferia da cidade de Évora e junto ao aeródromo municipal, são fabricados componentes metálicos que participam na constituição das asas e alguns elementos compósitos que integram os estabilizadores horizontais da aeronave.

As unidades da Embraer instaladas em Évora implicaram um investimento próximo dos 180 milhões de euros. (Público)

quarta-feira, 9 de Abril de 2014

Recordar "A Batalha de La Lys"

Passam hoje 96 anos sobre um dos maiores desastres militares da História de Portugal, só superado por Alcácer-Quibir: A Batalha de La Lys!

Em apenas 4 horas, 7500 baixas!

Honra à memória destes bravos portugueses, muitos dos quais nunca tinham saído da aldeia natal, e de repente se vêem aos tiros numa trincheira da Bélgica, numa Guerra Mundial, a enfrentar o melhor e mais bem equipado exército do Mundo!!

DIA INTERNACIONAL DO COMBATENTE

O Blogue "Defesa Nacional" presta a sua homenagem a todos aqueles que, sacrificando-se em prol da Pátria, estiveram empenhados em guerras, campanhas ou expedições. 

segunda-feira, 7 de Abril de 2014

Força Aérea participa no INSTREX 14

Decorreu de 31 de Março a 4 de Abril, o exercício INSTREX 14 na costa a Sudoeste de Portugal Continental e que contou com a participação de meios aéreos da Força Aérea.

O Exercício que tem por objectivo a preparação das unidades e forças da Marinha Portuguesa, envolveu as Esquadras da Força Aérea 201 “FALCÕES” e 301 “JAGUARES”, em missões de luta aérea anti-superfície e luta aérea defensiva e 601 “LOBOS”, em missões de luta anti-superfície, anti-submarina e largada de torpedos em cenários tácticos.

Durante o exercício, as aeronaves F-16 e P-3C CUP +, operaram de uma forma integrada com diversos navios e submarinos, nacionais e internacionais, permitindo treino e certificação das forças participantes, no decurso das operações navais.

Participou ainda o Centro de Relato e Controlo, em Monsanto, prestando apoio ao exercício, no que diz respeito ao controlo efectivo das aeronaves F-16, assim como a célula de gestão de Links tácticos do Comando Aéreo coordenando toda a actividade de link dedicada ao exercício, integrando desta forma, todos os meios navais e aéreos nas várias redes utilizadas.

No exercício, as aeronaves da Força Aérea realizaram 11 missões num total de 24 horas. (FAP)

VIA SACRA NO RAAA1 COM A PRESENÇA DO COMANDANTE DO EXÉRCITO

No passado dia 02 de Abril de 2014, teve lugar no Regimento de Artilharia Antiaérea Nº 1 (RAAA1) a já tradicional Via Sacra.

Esta celebração religiosa contou com a presença de S.Exª o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Carlos António Corbal Hernandez Jerónimo e foi celebrada por sua S. Exª Reverendíssima D. Manuel Linda, Bispo das Forças Armadas e de Segurança.

Associaram-se ainda a esta cerimónia da Quaresma, para além de um número assinalável de cidadãos anónimos das Freguesias que circundam o Regimento, diversos Capelães militares, delegações de Alunos da Academia Militar, Escola Naval, Academia da Força Aérea, militares da Guarda Nacional Republicana, os Presidentes das Uniões de Freguesia de Queluz/Belas e Massamá/Monte Abraão e os respectivos Párocos, bem como militares do RAAA1.

Os cânticos e o apoio musical estiveram a cargo da Banda Sinfónica do Exército, que contribuiu de forma decisiva para o enobrecimento da Via Sacra.

Cumprido o percurso das “estações”, S. Exª Reverendíssima D. Manuel Linda agradeceu a presença da população e dirigiu palavras entusiásticas à organização e ao Regimento de Artilharia Antiaérea Nº 1, na pessoa do seu Comandante, Cor Art Borges da Fonseca. (Exército)

FORÇAS ARMADAS PARTICIPAM NAS COMEMORAÇÕES DOS QUARENTA ANOS DO 25 DE ABRIL DE 1974

As Forças Armadas Portuguesas participam nas Comemorações dos Quarenta Anos do 25 de Abril de 1974, através da realização de um conjunto de actividades militares, que decorrerão em vários locais do país, no período de 24 a 26 de Abril.

Para assinalar data tão marcante, as Forças Armadas realizam no Terreiro do Paço, em Lisboa, uma demonstração de capacidades militares a ter lugar nos próximos dias 24, 25 e 26 de Abril, salientando-se uma exposição estática de sistemas de armas e equipamentos militares, assim como uma demonstração de Actividades Militares dos Ramos.

No mesmo período, a Marinha, o Exército e a Força Aérea desenvolvem no interior das suas Unidades e em colaboração com autoridades locais e regionais, várias actividades de natureza militar, seguindo o conceito de portas abertas à população
.

Todas as iniciativas comemorativas são orientadas para a dinamização da cidadania, visando o contacto próximo com as capacidades, meios e acções das Forças Armadas junto da população, no quadro da componente militar da Defesa Nacional. (Emgfa)

domingo, 6 de Abril de 2014

BATALHA DOS ATOLEIROS - 6 de Abril de 1384

Batalha dos Atoleiros ocorreu a 6 de Abril de 1384, no actual município português de Fronteira distrito de Portalegre, a cerca de 60Km da fronteira com Castela, entre as forças portuguesas, comandadas por Nuno Álvares Pereira, e uma expedição punitiva castelhana, enviada por João I de Castela, junto da povoação do mesmo nome no Alentejo. D. Nuno Álvares Pereira, chefe militar português que tinha sob o seu comando uma força de 1.500 homens de pé, dos quais 100 besteiros e 300 lanças (cavalaria ligeira e pesada).

As forças castelhanas invasoras, contam com um efectivo com 5.000 homens

Por esta altura Nuno Álvares Pereira tinha sido nomeado pelo Mestre de Avis como fronteiro do Alentejo, temendo a entrada em Portugal do exército castelhano por aquela zona. Partindo de Lisboa, D. Nuno aumentou o número dos seus homens pelo caminho e aproximou-se do exército inimigo que intentava cercar Fronteira. Mais numerosos e conscientes que D. Nuno os iria interceptar, os castelhanos enviaram um emissário ao chefe do exército português, tentando dissuadi-lo. Perante a recusa dos portugueses, o exército castelhano dirigiu-se ao seu encontro. O exército português já os aguardava, formando um quadrado (retângulo, mais precisamente), com a maioria das lanças na vanguarda; nas alas e retaguarda estavam os peões misturados com algumas lanças. Os castelhanos atacaram com a cavalaria, que foi contida pelas lanças e virotões, o que gerou grande desordem. A batalha durou pouco, tendo sofrido o exército castelhano pesadas baixas.

As tropas castelhanas, que depois de desorganizadas foram tomadas pelo pânico e começaram a fugir em todas as direcções, sendo perseguidas ao longo de todo o resto do dia pelas forças de D. Nuno Álvares Pereira, que lhes deu caça até à distância de cerca de sete quilómetros do local da batalha.

A batalha dos Atoleiros, constituiu na Península Ibérica a primeira e efectiva utilização das novas técnicas de defesa de forças de infantaria em inferioridade numérica perante uma cavalaria pesada muito superior. A mais conhecida destas será conhecida como a técnica de «pé terra»» ou «pé em terra», pela primeira vez usada em Portugal. Consistia em peões armados com lanças esperar a carga da cavalaria inimiga adoptando uma táctica defensiva.

Uma das mais curiosas notas da batalha, é que embora as forças de Castela tenham sofrido perdas muito elevadas, principalmente com muitos mortos entre a cavalaria pesada (que era a força castelhana mais importante) do lado português, julgam alguns, não ocorreu uma única morte, nem se registaram feridos; algo pouco provável, pois o ataque castelhano consistiu primeiro em atacar a cavalo e como não surtiu efeito, nova investida foi feita a pé havendo um combate corpo a corpo.

Este facto só por si, (não haver mortos ou feridos) para a realidade da Idade Média era já de si importante, porque para um ambiente extremamente condicionado pela religião, a não existência de mortos ou feridos era vista como um prova de que o lado Português tinha o apoio de Deus.
Origem: Wikipédia

sábado, 5 de Abril de 2014

Forças Armadas comemoram 25 de Abril junto da população

As Forças Armadas assinalam os 40 anos do 25 de Abril, data que consideram "marcante", junto da população e organizam eventos orientados para a dinamização da cidadania, refere hoje o EMGFA. De acordo com um comunicado divulgado pelo Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) todas as iniciativas vão ser orientadas para a "dinamização da cidadania" visando o contacto junto da população das capacidades meios e acções das Força Armadas, "no quadro da componente militar da Defesa Nacional".

"Para assinalar data tão marcante, as Forças Armadas realizam no Terreiro do Paço, em Lisboa, uma demonstração de capacidades militares a ter lugar nos próximos dias 24, 25 e 26 de Abril, salientando-se uma exposição estática de sistemas de armas e equipamentos militares, assim como uma demonstração de actividades militares dos ramos", refere o comunicado. No mesmo período, a Marinha, o Exército e a Força Aérea vão desenvolver no interior das unidades e em colaboração com autoridades locais e regionais, várias actividades de natureza militar, seguindo "o conceito de portas abertas à população". (Correio Manhã)

Missão P-3C Cup+ com militares femininas em comando

A Esquadra 601 - "Lobos" qualificou mais um Piloto Comandante (PC). O que, sendo sempre um momento especial, ainda o foi mais por se tratar da primeira PC feminina da aeronave P-3C Cup+.

A Capitão Piloto-Aviador Bruna Oliveira entrou para a Força Aérea a 03 de Setembro de 2001, tendo feito o seu tirocínio em T-6 Texan II e T-38 nos Estados Unidos da América entre Março de 2006 e Agosto de 2007.

Está colocada na Esquadra 601 desde Agosto de 2007, onde desempenhou funções de Copiloto, Piloto e agora Piloto Comandante. A sua qualificação nesta última função ocorreu durante uma missão do Exercício Instrex 2014, em colaboração com a Marinha Portuguesa.

De salientar ainda que nesta missão também a função de Coordenador Táctico foi desempenhada por outra militar feminina: a Capitão Navegadora Ana Silva. Assim, a missão em questão teve – também pela primeira vez – duas militares femininas nas posições de chefia. (FAP)

A Força Aérea na Futurália 2014

sexta-feira, 4 de Abril de 2014

Exército assinou protocolo para abertura de corta-fogos

O Exército Português assinou, esta sexta-feira, um protocolo com o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas para abertura de 250 quilómetros de corta-fogos em todo o país até Outubro, no âmbito da prevenção contra incêndios florestais. A cerimónia decorreu em zona de matas nacionais junto à praia da Tocha, Cantanhede, local onde duas máquinas do Exército procederam a trabalhos de abertura da rede de corta-fogos, na presença da ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, e do ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco. (Correio Manhã)

Ministro da Defesa nega «troca» de GNR por Força Aérea em missão militar da UE

O ministro da Defesa disse hoje que a Força Aérea tinha já planeado "há bastante tempo" integrar a missão da União Europeia na República Centro Africana e que não houve "troca nenhuma" com a GNR.

"Eu próprio quando estive em Atenas na reunião dos ministros da Defesa Nacional de cada um dos países, em 21 de Fevereiro, já tinha dado indicação desta participação da Força Aérea, portanto não há troca nenhuma", disse hoje José Pedro Aguiar-Branco.

Em declarações aos jornalistas, na Tocha, Cantanhede, à margem da assinatura de um protocolo entre o Exército e o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, o ministro disse que a participação da Força Aérea na missão militar "já estava planeada, projectada, prevista e, aliás, foi aprovada em Conselho Superior de Defesa Nacional".

"Como o senhor ministro da Administração Interna já deu indicação, relativamente à GNR, foi entendido que não seria este o momento adequado. Mas não há troca, nem há conflitualidade nem há nenhuma situação de alternativa em relação àquilo que estava pensado", reafirmou.

Quinta-feira, o Diário de Notícias dava conta da troca de um pelotão da Guarda Nacional Republicana, com 27 elementos, por um grupo de 47 militares da Força Aérea Portuguesa e um avião C-130 para fazer parte da missão militar da União Europeia na República Centro Africana.

Portugal é um dos 13 países que contribuem para a missão militar da União Europeia na República Centro-Africana, que deverá estar no terreno no final de maio. (Diário Digital)

Aeródromo de Manobra Nº1 assinala 49º aniversário

O Aeródromo de Manobra Nº1 (AM1) comemorou, no dia 03 de Abril, o seu 49º Aniversário. A efeméride foi assinalada com uma cerimónia militar presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea - General José António de Magalhães Araújo Pinheiro - e na qual o Comandante do AM1 - Tenente-Coronel Jorge Pimenta - proferiu uma alocução.

Localizada em Maceda - Ovar, esta unidade militar tem desempenhado missões importantes ao longo dos anos. De salientar o apoio a inúmeros eventos e exercícios nacionais, com a utilização das infraestruturas por parte das esquadras de voo: 501 (C-130H), 601 (P-3C), 201 e 301 (F-16), e internacionais, com a vinda de destacamentos da NAEW Component (E-3A AWACS), destacamentos C-130 da Força Aérea Belga, bem como a realização dos exercícios HOT BLADE 2012 e 2013.

Na vertente do apoio a missões de interesse público, o AM1 acolhe - há vários anos - o destacamento permanente de um ALOUETTE III, da Esquadra 552 – “Zangões”, para Busca e Salvamento.

Tem também servido, sempre que necessário, de base a meios aéreos dedicados a operações de combate a incêndios florestais. Da mesma forma, tem apoiado missões de transporte de equipas médicas de recolha de órgãos para transplantes urgentes na zona Norte do país.

É também no AM1 que está instalado o Pólo do Museu do Ar na zona Norte do país. (FAP)

KOSOVO – FINAL DA ROTAÇÃO DO CONTINGENTE PORTUGUÊS

O último grupo de militares do contingente da Força que constitui a Reserva Táctica da KFOR (KTM/KFOR - Kosovo Tactical Manouevre/ Kosovo Force), chega ao Aeródromo de Trânsito N.º1 (Figo Maduro), na próxima segunda-feira, dia 07 de Abril, pelas 18H15 (Hora local), a bordo de uma aeronave civil fretada para o efeito.

A chegada dos 129 militares marca o final da rotação do contingente português, que constituiu a Força Nacional Destacada (FND) no Teatro de Operações do Kosovo nos últimos seis meses. Os militares pertencem ao 2º Batalhão de Infantaria, da Brigada de Intervenção (2BI/BrigInt), comandados pelo Tenente-coronel de Infantaria Fernando Paulo Monteiro Lúcio Gonçalves. (EMGFA)

"As nossas ilhas selvagens disputadas no jogo geoestratégico"


quinta-feira, 3 de Abril de 2014

Governo aprova 5,7 milhões de euros para equipamentos de protecção de bombeiros

O Conselho de Ministro aprovou hoje uma verba de 5,7 milhões de euros para a aquisição de equipamentos individual de protecção para os bombeiros.

O comunicado divulgado no final do Conselho de Ministro refere que foi aprovado o montante de 5,7 milhões de euros para a aquisição de equipamentos de protecção individual para o combate de incêndios florestais.

Segundo o comunicado, a aquisição dos equipamentos vai ser feita com recurso ao procedimento pré-contratual de concurso público, sendo os encargos financeiros satisfeitos pelas verbas inscritas no orçamento da Autoridade Nacional de Protecção Civil. (Jornal I)

Adriano Moreira O país "está em dívida" para com os ex-combatentes

Numa altura em que se celebram os 40 anos do 25 de Abril, "esse tributo devia ser pago", não com "comiseração", mas com "solidariedade e afecto", defendeu o ex-ministro do Ultramar do Estado Novo (1961-1963), em entrevista à agência Lusa.

"Não temos tratado desse aspecto, a meu ver, com a tal comunhão de afectos, que tem de ser mais forte nestas circunstâncias", sustentou.

"Era necessário corresponder ao sacrifício que [os combatentes] fizeram e que marca para toda a vida", afirmou, criticando o "esquecimento" do Estado.

"Estamos em dívida", reconheceu, citando o padre António Vieira, para dizer: "Nós cumprimos o nosso dever e a pátria faz o que é costume, é assim que se pode resumir a posição em relação a esses antigos combatentes."


O 25 de Abril, destacou, "teve aspectos positivos importantes" e o progresso do país tem sido, "em muitos aspectos, inegável". Porém, "há alguns elementos" em que se atingiu "uma qualidade importante, que estão a ser degradados", alerta.

Independentemente dos "sacrifícios" que fosse necessário fazer, Adriano Moreria lamentou que a revolução não tenha sido acompanhada por "um plano de descolonização", que fez "absolutamente" falta.

Adriano Moreira está convencido de que os políticos da altura fizeram "um esforço enorme", mas "estavam a lutar contra factos que sempre os ultrapassaram", o que dificultou "a intervenção positiva no processo de descolonização".

Isso explica, em certa medida, "as consequências internas em muitos territórios" entretanto tornados independentes, que vão desde "a vida difícil" da Guiné-Bissau, num extremo, ao "caso excecionalíssimo" de Cabo Verde, "a única província de que não houve retornados", no outro extremo.

Os portugueses daquilo a que se chamava a metrópole deram "provas de um civismo extraordinário" na recepção àqueles que vieram das ex-colónias a seguir ao 25 de Abril.

"Veja a maneira como foram recebidos os chamados retornados, como se integraram na vida portuguesa, como ajudaram a mudar a vida portuguesa, a capacidade de iniciativa, tendo perdido tudo, até provavelmente a esperança de futuro que tinham tiveram que organizar outro", recordou.

"Naturalmente, ninguém esquece mudanças de vida desta natureza", mas "as violências foram mínimas", apesar de ter sido "um momento" de "definição da nação", frisou. (Notícias Minuto)

GNR surpreendida por já não participar em missão na República Centro-Africana

De acordo com o Diário de Notícias, a participação portuguesa ficará limitada ao envio de 47 militares da Força Aérea e um C-130. Uma decisão do Governo que surpreendeu a GNR.

Para além de várias semanas de treino militar, já estava também nomeado um oficial da GNR, o capitão João Martinho, para chefiar a companhia internacional destacada para a capital da República Centro-Africana.

Uma fonte citada pelo DN afirma que a disponibilidade para a GNR integrar a força internacional foi transmitida por um representante do Governo e que só depois disso foi dada ordem para que se iniciassem os treinos.

A mesma fonte admite que não existia uma decisão formal mas acrescenta que em reuniões ao mais alto nível foi dado como assente que a missão avançaria.

Uma fonte oficial do gabinete do primeiro-ministro diz ao DN que a GNR nunca esteve para ir. A Força Aérea já teria conhecimento da missão há mais de dois meses e de imediato arrancou com os preparativos.

Segundo o DN, a permanência de 27 militares da guarda durante seis meses na República Centro-Africana custaria um milhão de euros. O envio da Força Aérea, que ficará estacionada durante um mês e meio no Gabão, custará dois milhões e meio de euros.

O envio dos 47 militares da Força Aérea foi aprovado pelo Conselho Superior de Defesa Nacional, um órgão presidido por Cavaco Silva, na semana passada.

A GNR, contactada esta manhã pela TSF, confirma que a informação de que a missão na República Centro-Africana fica sem efeito chegou ontem e que os treinos dos militares da guarda já foram cancelados.(TSF)

REUNIÃO DAS DELEGAÇÕES TÉCNICAS DA COMISSÃO INTERNACIONAL DE LIMITES DE PORTUGAL E ESPANHA

O Instituto Geográfico do Exército (IGeoE) acolheu no período de 17 a 20 de Março, a delegação espanhola do Centro Geográfico del Ejército de Tierra (CEGET), chefiada pelo Exmo. Diretor, Coronel D. Juan Arrazola Martinez, no âmbito da reunião anual de avaliação da campanha de manutenção da fronteira Luso-Espanhola, ocorrida em 2013, bem como da preparação da próxima campanha de verificação e manutenção dos marcos de fronteira para 2014.

A delegação portuguesa da Comissão Internacional de Limites entre Portugal e Espanha reúne habitualmente no Ministério dos Negócios Estrangeiros e tem, através da sua Delegação Técnica, a responsabilidade de assegurar a verificação e manutenção da linha de fronteira, no que a Portugal diz respeito.

As Delegações Técnicas de Portugal e de Espanha realizam o planeamento, a concepção técnica e os consequentes trabalhos de campo, através das instituições geográficas dos respectivos Exércitos, designadamente o IGeoE e o CEGET, destacando anualmente militares para proceder aos trabalhos de desmatação, conservação, limpeza e pintura dos marcos que materializam a linha de fronteira, com a verificação das suas coordenadas quanto ao seu correto posicionamento.

Este tipo de actividade bilateral tem permitido ainda o aprofundamento da cooperação técnico-científica no âmbito da cartografia, o intercâmbio de produtos cartográficos, bem como o estreitamento das relações entre militares de países vizinhos e amigos que integram as organizações internacionais.(Exército)

“Formação vocacionada para as empresas distingue o IPE”, diz Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional

Berta Cabral sublinhou, esta quarta-feira, o facto de o Instituto dos Pupilos do Exército (IPE) ministrar “ensino técnico-profissional por vocação, o que lhe garante a sua matriz identitária. A ênfase na formação vocacionada para as empresas distingue o IPE das outras escolas”, considerou a governante, revelando que “está a ser reorientado o investimento, a fim de proporcionar melhores condições para as aulas práticas”.

A Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional manifestou-se agradada com o “trabalho aturado de todos, um trabalho empenhado, profissional e com liderança”, que faz do IPE “uma escola de excelência para formar cidadãos úteis e capazes de ajudarem a reconstruir o nosso país”.

As declarações foram proferidas durante uma visita que começou na 2.ª Secção, na Estrada de Benfica, e terminou na 1.ª Secção, na Travessa de S. Domingos de Benfica. Recebida pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, General Carlos Jerónimo, Berta Cabral passou por laboratórios, gimnodesportivo e salas de aula, antes de presidir à cerimónia de leitura do Código de Honra e desfile do Corpo de Alunos.

No brífingue, o director do IPE, Coronel Miranda Soares, apresentou a história, missão, organização, actividades e perspectivas deste Estabelecimento Militar de Ensino, destacando os cursos profissionais, os protocolos com empresas e o intercâmbio com o brasileiro Colégio Militar de Porto Alegre.

O IPE, que também é responsável pelo complemento formativo do 2.º Ano do Curso de Formação de Sargentos do Exército (Serviço de Material e Transmissões), tem 220 alunos, 25 dos quais são do sexo feminino, a quem as portas se abriram há 4 anos. A procura tem crescido significativamente nos últimos anos. (Defesa)

General CEMGFA visita Força Aérea Portuguesa

O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) - General Artur Pina Monteiro - visitou a Força Aérea no dia 02 de Abril de 2014, naquela que foi a sua primeira visita a este ramo enquanto CEMGFA.

O General Pina Monteiro foi recebido na Porta de Armas do Estado-Maior da Força Aérea (EMFA) com as Honras Militares que lhe são devidas e seguiu para o Salão Nobre da Unidade, para receber os cumprimentos dos Oficiais Generais e representantes das classes de Sargentos, Praças e Civis.

Logo depois terá tido uma pequena reunião com o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), General José António de Magalhães Araújo Pinheiro, seguida de um pequeno briefing.

O General CEMGFA seguiu depois para o Comando Aéreo, em Monsanto, onde assistiu a um briefing sobre Defesa Aérea.

A visita à Força Aérea terminou após a assinatura dos Livros de Honra da Força Aérea e do Comando Aéreo e com a saída do General CEMGFA do Comando Aéreo, mais uma vez com as devidas Honras Militares.(FAP)

quarta-feira, 2 de Abril de 2014

57º Aniversário do Comando Aéreo

O Comando Aéreo celebrou, no dia 01 de Abril de 2014, o seu 57º Aniversário. A cerimónia decorreu nesta Unidade, em Monsanto (Lisboa).

As comemorações foram assinaladas com uma Missa na Messe de Monsanto e com uma cerimónia militar, presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General José António de Magalhães Araújo Pinheiro.

A cerimónia militar foi marcada pela alocução do Comandante Aéreo, Tenente-General João Lopes da Silva, pela homenagem aos mortos, pela rendição dos Porta-Estandartes Nacional e da Unidade e ainda pela imposição de condecorações aos militares da Unidade. (FAP)

Força Aérea participa no exercício multinacional Frisian Flag

A Força Aérea Portuguesa está a participar no exercício internacional conjunto Frisian Flag 2014 (FF14), que decorre de 31 de Março a 11 de Abril de 2014, na Base Aérea de Leeuwarden, Holanda.

O objectivo deste exercício é que as European Participating Air Forces (EPAF), treinem o conceito EPAF Expeditionary Air Wing (EEAW) em ambiente multinacional, de forma a melhorar a exploração de sinergias e uniformizar a sua aplicação em operação.

Beneficiando da operação de uma aeronave análoga, as EPAF têm desenvolvido esforços na implementação de iniciativas partilhadas, não só no desenvolvimento da seu sistema de armas, mas também na minimização dos custos de operação e na exploração de novos conceitos de emprego, através da EEAW, da NATO Response Forces (NRF) e mais recentemente da Operação Unified Protector – Líbia.

Portugal tem cinco aeronaves F-16M a participar neste exercício comandando pela Noruega e que conta ainda com as participações da Holanda, Bélgica e Dinamarca. A operação decorre em território Holandês, Dinamarquês e Alemão. (FAP)

terça-feira, 1 de Abril de 2014

O Ministro da Defesa Nacional de visita a Washington

O Ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, deslocou-se hoje a Washington, D.C., para um encontro bilateral com o Secretário da Defesa norte-americano, Chuck Hagel.

Na reunião entre os dois titulares das pastas da defesa foi debatida a parceria estratégica entre Portugal e os EUA, na área da defesa, bem como a situação na Crimeia e a missão militar da NATO no Afeganistão.

Após o encontro bilateral, José Pedro Aguiar-Branco visita o Cemitério de Arlington, onde irá depor uma coroa de flores no túmulo do Soldado Desconhecido.(Defesa)

Segurança privada: apanhar quem «faz batota»

O presidente da Associação das Empresas de Segurança Privada, Rogério Alves, disse hoje esperar que os dados do último Relatório de Segurança Interna «ajudem a combater os fenómenos criminais ligados à prática de crimes» associados a este sector.

Segurança privada «progressivamente infiltrada» por grupos criminosos

Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI) de 2013, a segurança privada tem vindo a ser «progressivamente» infiltrada por grupos criminosos ligados à extorsão, tráfico de droga e de seres humanos, comércio ilegal de armas, lenocínio e auxílio à imigração ilegal.

Rogério Alves entende que «quem faz batota e pratica actos ilícitos prejudica gravemente as empresas que actuam dentro da legalidade».

«Esperamos que este relatório ajude a combater os fenómenos criminais ligados à prática de crimes violentos ou menos violentos e ao branqueamento de capitais», disse à agência Lusa o advogado, defendendo uma fiscalização «mais intensiva» às empresas de segurança privada, designadamente por parte da PSP, Autoridade para as Condições do Trabalho e Administração Fiscal.

Rogério Alves considerou também um «fenómeno grave» as suspeitas de que membros de grupos criminosos estejam infiltrados em empresas de segurança privada, apesar de estas estarem reguladas por lei e sujeitas a fiscalização.

«Se alguém a coberto de uma empresa privada de segurança pratica crimes, deve ser punido e, se houver algum sintoma de branqueamento de capitais neste sector, as autoridades devem actuar», disse, observando que um dos «cavalos de batalha» da associação é a luta pelo saneamento do sector, pela regulação e pela sua fiscalização intensiva.

O mesmo responsável alertou para o facto de haver empresas públicas que adjudicam serviços de segurança privada a empresas que praticam preços tão baixos que indiciam que «alguma coisa vai correr mal».

Segundo o RASI, entregue na segunda-feira na Assembleia da República, «a prática de actividades ilegais relacionadas com a segurança privada continuou, em 2013, a ser relevante no contexto da segurança interna».

O relatório adianta que a segurança privada, uma actividade que permite acesso a sectores sensíveis e a espaços de diversão nocturna, «tem vindo progressivamente a ser infiltrada por elementos associados a grupos criminosos de natureza muito diversa que a desvirtua».

«Há evidências de ligação à extorsão, ao tráfico de estupefacientes, ao comércio ilegal de armas, ao auxílio à imigração ilegal e ao tráfico de seres humanos e lenocínio», refere o RASI, no capítulo dedicado às principais ameaças à segurança interna. (TVI24)

Fim das encomendas da marinha foi o fim dos estaleiros

O ex-ministro da Defesa socialista Santos Silva afirmou hoje que o que «tornou irreversível» o desaparecimento dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo foi o cancelamento do programa de reestruturação e do programa de encomendas da Marinha.

«O que tornou irreversível o desaparecimento dos Estaleiros foi o cancelamento do programa de reestruturação [pelo actual Governo PSD/CDS-PP] e a criação imprudente de expectativas irrealizáveis. Foi o cancelamento abrupto e total do programa de encomendas da Marinha», afirmou Santos Silva, numa declaração inicial perante os deputados da comissão de inquérito ao processo de subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

O ministro, que tutelou a área da Defesa entre 2009 e Junho de 2011, considerou ainda que o desaparecimento dos ENVC ficou a dever-se ainda a «dois anos sem produção nem trabalho», a «precipitação e a ambiguidade dos termos escolhidos para a discussão do dossier com a Comissão Europeia» e a decisão formal de o encerrar, pelo actual Governo.

O ex-ministro admitiu que possa ter havido «lapsos, falhas e erros» cuja «responsabilidade política» disse assumir e também «realizações e sucessos» no período em que tutelou a área.

Santos Silva criticou a «intenção legítima» do actual Governo PSD/CDS-PP de privatizar o Arsenal do Alfeite, deixando um alerta: «Quero humildemente alertar para o enorme risco que o país pode correr em matéria de Defesa e segurança nacional se com o fim dos estaleiros e de uma influência pública no Alfeite abdicar de ter capacidade própria de construção e manutenção naval militar», disse.

O ex-ministro socialista disse que o objectivo do plano de reestruturação dos ENVC gizado pelo anterior Governo visava «salvar a empresa, reestruturando-a e modernizando-a» para que pudesse «cumprir encomendas num ambiente internacional cada vez mais competitivo» e para que «Portugal mantivesse capacidade própria, autónoma em matéria de construção e reparação naval, nomeadamente, militar».

Acordo sobre o ferry Atlantida feito na base de «recomendações técnicas»

Augusto Santos Silva afirmou ainda que deu o aval ao acordo extrajudicial sobre o ferry Atlântida na base de recomendações técnicas, partindo do princípio que os Estaleiros de Viana do Castelo «cometeram um erro crasso».

«Eu não sou o rei sol. Eu não actuo politicamente pelo que eu penso. Foi essa a recomendação das inspecções gerais, das tutelas, foi esse o trabalho das administrações, foi esse o parecer técnico do Tesouro e foi esse o entendimento político das tutelas», justificou.

Augusto Santos Silva acrescentou que a «lógica do acordo compreende-se se se partir do princípio que os Estaleiros Navais de Viana do Castelo cometeram um erro crasso no incumprimento do caderno e encargos numa matéria como a velocidade».

O ex-ministro referiu que o acordo «cumpria o despacho aposto sobre esse relatório conjunto das Finanças e Defesa em Agosto 2009» que prevê que «das diligências para realizar esse acordo não podiam resultar encargos adicionais para o accionista».

O ex-ministro do governo PS, que teve a tutela da área da Defesa entre 2009 e 2011, respondia ao deputado do PSD Fernando Negrão, na comissão de inquérito ao processo que levou à subconcessão dos ENVC.

Fernando Negrão sublinhou que o acordo extrajudicial entre as duas empresas públicas, uma tutelada pelo Governo da República e outra, a Atlanticoline, tutelada pelo Governo regional dos Açores, na sequência da recusa da empresa açoriana em aceitar o navio Atlantida já foi classificado como a «machadada final» nos ENVC.

O deputado social-democrata tinha questionado o ex-governante sobre se não terá havido um «exercício abusivo de um direito» por parte da empresa açoriana, tal como sugerem pareceres jurídicos datados de 2009.

Augusto Santos Silva disse, mais à frente na audição, não ter lido aqueles pareceres, admitindo que não tenham chegado ao seu gabinete. (TVI24)

segunda-feira, 31 de Março de 2014

Militares da Marinha e da Força Aérea em treino

Cerca de 900 militares da Marinha e da Força Aérea participam até 4 de Abril no exercício naval de treino e preparação INSTREX 14, menos 400 do que no exercício de 2013.

O exercício, que se realiza de 24 de Março a 4 de Abril, conta com a participação de sete navios de superfície, um submarino, dois tipos de aeronaves da Força Aérea Portuguesa e forças de mergulhadores e fuzileiros embarcadas, envolvendo ao todo cerca de 900 militares.

De acordo com uma nota divulgada pela Marinha, o INSTREX tem como objectivo geral «proporcionar treino às unidades participantes» para «manter e melhorar os padrões de prontidão operacional estabelecidos, habilitando-as para o cumprimento das missões específicas e a sua integração em forças navais».

Em 2013, o exercício INSTREX contou com 1300 militares da Marinha e da Força Aérea.

O exercício iniciou-se com uma fase de treino preparatória, com os navios atracados na Base Naval de Lisboa, de 24 a 27 de Março, e uma fase de mar, na costa oeste de Portugal Continental, que começou a 30 de Março, segundo a nota.

A Força Naval Portuguesa é comandada pelo capitão-de-mar-e-guerra Croca Favinha e constitui-se como a Componente Naval da Força de Reacção Imediata (FRI) portuguesa. (TVI 24)