quarta-feira, 1 de abril de 2015

Presidente da República tomou contacto com as Novas Capacidades da Força Aérea

Créditos Fotográficos: Presidência da República
O Presidente da República deslocou-se à Base Aérea N.º 6, no Montijo, para tomar contacto com as Novas Capacidades da Força Aérea.Novas Capacidades da Força Aérea.

No âmbito da visita, o Presidente Aníbal Cavaco Silva efectuou um voo na aeronave P-3C, pertencente à Esquadra 601 – “Lobos”, sediada na Base Aérea n.º 11 de Beja –, durante o qual pode presenciar uma demonstração de algumas das capacidades e valências tecnológicas deste sistema de armas.




No âmbito da visita, o Presidente Aníbal Cavaco Silva efectuou um voo na aeronave P-3C, pertencente à Esquadra 601 – “Lobos”, sediada na Base Aérea n.º 11 de Beja –, durante o qual pode presenciar uma demonstração de algumas das capacidades e valências tecnológicas deste sistema de armas.

Acompanharam a visita o Ministro da Defesa Nacional, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, a Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional e o Chefe do Estado-Maior da Força Aérea.

Durante o evento, o Presidente da República teve a oportunidade de assistir a uma apresentação relativa às Novas Capacidades da Força Aérea e tomar conhecimento da panóplia de missões que os equipamentos mais recentes proporcionam a este ramo das Forças Armadas.

Aproveitou a oportunidade para realçar o importante papel que a Força Aérea e, de um modo mais particular, as suas esquadras de voo têm desempenhado no País e no estrangeiro, representando e dignificando as Forças Armadas e Portugal. (PR)

Avião da Força Aérea aterra de emergência

Pilotos da Força Aérea Portuguesa (FAP) foram forçados a aterrar de emergência, esta terça-feira, nas margens do rio Lis, em Leiria.

O avião de instrução seguia de Sintra para a Base Aérea de Monte Real. Os dois tripulantes não sofreram ferimentos, disse à Lusa o porta-voz da instituição. A aeronave em causa integra a Base Aérea n.º 1, em Sintra. 

"Uma aeronave da Força Aérea Portuguesa EPSILON-TB30 efectuou uma aterragem forçada na área de Monte Real. Ambos os tripulantes não sofreram qualquer tipo de ferimentos", afirmou o coronel Rui Roque, porta-voz da FAP. 

Segundo Rui Roque, "trata-se de uma aeronave de instrução que estava a efectuar um voo de instrução", apontando, para já, a possibilidade de na origem da aterragem forçada estar uma "falha mecânica", mas ressalvando que a Força Aérea está a investigar. (CM)

Visita à Força Aérea de Sua Excelência o Presidente da República

Sua Excelência o Presidente da República - Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva - visitou a Força Aérea – na Base Aérea N.º 6 (BA6) - no dia 31 de Março de 2015, no âmbito da apresentação das novas capacidades operacionais deste ramo das Forças Armadas.

Após a sua chegada, o Presidente da República recebeu um briefing sobre as novas capacidades operacionais da Força Aérea Portuguesa. Embarcou depois na aeronave P3C CUP+, pertencente à Esquadra 601 – “Lobos”, para demonstração de capacidade de Intelligence, Surveillance and Reconnaissance (ISR).

No final desta visita de trabalho, o Presidente da República assinou ainda o Livro de Honra da Esquadra 601. (FAP)

Hospital das Forças Armadas - Informação

Informam-se os utentes do Hospital das Forças Armadas que, a partir do dia 1 de Abril, o Serviço de Urgência Básica do Pólo do Porto funciona, exclusivamente, nos dias úteis (todos os dias excepto fins-de-semana e feriados), no período das 08H00 às 20H00.

Marinha sem orçamento e pessoal para operar Siroco e manter cinco fragatas

A Marinha "já se debate com um orçamento que está abaixo das necessidades para operação e manutenção e simultaneamente enfrenta um processo muito exigente de redução de pessoal a todos os níveis", afirmou o almirante Macieira Fragoso, num almoço organizado pela revista Segurança e Defesa.

Sabendo-se que o Siroco "terá de ser entregue até ao fim de Setembro" deste ano "por imposição" do governo francês, que decidiu alienar o navio por razões financeiras, o chefe militar da Marinha adiantou que o orçamento de 2015 não prevê quaisquer verbas "para as despesas relativas à sua integração na esquadra".

A comissão parlamentar de Defesa a aprovar esta tarde a audição do chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, general Pina Monteiro, e do almirante Macieira Fragoso sobre essa aquisição, com o PSD a argumentar que os dois responsáveis militares estão em melhor posição para explicarem as vantagens operacionais e estratégicas da compra do Siroco.

Essas vantagens terão à partida de ser equacionadas - pelo face às razões operacionais e estratégicas de Portugal ter cinco fragatas, quando a guarnição do Siroco exige - mais - 100 a 230 militares em permanência consoante o tipo de missões.

O PS aprovou as audições propostas pela maioria, embora o deputado Marcos Perestrello tenha dito sentir-se "estupefacto" com a iniciativa quando o governo "está a negociar [a compra de] um navio à margem da lei" e pretende que os chefes militares "venham dar esclarecimentos sobre a utilidade do navio".

O chefe militar da Marinha, numa intervenção em que disse ter conseguido aumentar a actividade operacional dos navios combatentes no segundo semestre de 2014 apesar das dificuldades orçamentais, criticou ainda o baixo investimento militar feito pelo poder político em Portugal e na Europa, que "tarda em perceber que o mundo se tornou perigoso".

"As Forças Armadas têm que ser" aprontadas para "fazer face a cenários" que incluem a imigração ilegal, o terrorismo e a pirataria - ameaças à segurança que são combatidas pelas forças e serviços de segurança, com o eventual apoio dos militares em caso de necessidade, como se tem visto em França, Espanha, Bélgica ou EUA.

Macieira Fragoso referiu ainda que a Marinha, "apesar das dificuldades", consegue manter um dispositivo naval "para garantir a patrulha e fiscalização" das águas sob soberania e jurisdição portuguesas - sendo que a fiscalização é uma competência das autoridades civis, utilizando os meios das Forças Armadas quando necessário.

A terminar, o chefe do Estado-Maior da Marinha deixou um alerta: "Importa que as opiniões públicas sejam devidamente esclarecidas para que o investimento na defesa possa ser aumentado." (DN)

terça-feira, 31 de março de 2015

CONCURSO DE ADMISSÃO AO 44.º CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DO QP DO EXÉRCITO

Nos termos do Aviso n.º 3 123/2015, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 59, de 25 de Março, pelo prazo de 20 dias úteis, contados desde a data da publicação do aviso em DR, encontra-se aberto o concurso de admissão ao 44.º curso de formação de Sargentos do Exército (áreas A, B e C), o qual se rege pelas normas aprovadas por despacho de 09 de Fevereiro de 2015 de S. Exa. o Chefe do Estado-Maior do Exército, publicadas como anexo ao respectivo diploma. (Exército)

segunda-feira, 30 de março de 2015

FORÇA MILITAR PORTUGUESA PARTE PARA A LITUÂNIA EM MISSÃO DA NATO

Um grupo de 118 militares portugueses do Esquadrão de Reconhecimento do Regimento de Cavalaria 6 (Braga), parte do Aeródromo de Trânsito Nº1 (Figo Maduro), amanhã, dia 31 de Março, pelas 09h00 (locais), a bordo de uma aeronave civil, com destino a Vilnius, capital da República da Lituânia.

Portugal participa, de Abril a Julho de 2015, com um Esquadrão de Reconhecimento (ERec) no quadro das medidas de tranquilização da NATO no flanco Leste da sua área de responsabilidade, com a finalidade de contribuir para o reforço da presença de forças terrestres de nações aliadas.

A participação nacional neste contexto decorrerá na Lituânia, onde o ERec vai participar em exercícios e acções de treino multinacionais com forças de outros países da Aliança.

A Força Nacional Destacada, constituída por 140 militares, está equipada com Viaturas Blindadas de Rodas PANDUR II e é comandada pelo Major de Cavalaria Pedro Miguel Tavares Cabral.

Estarão presentes à partida, o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General Artur Pina Monteiro e o Chefe do Estado-Maior do Exército, General Carlos Hernandez Jerónimo.(Emgfa)

GENERAL PINA MONTEIRO PARTICIPA EM CONFERÊNCIA INÉDITA NAS NAÇÕES UNIDAS

O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), General Artur Pina Monteiro participou, no dia 27 de Março de 2015, na primeira conferência de Chefes Militares, na sede das Nações Unidas, Nova Iorque, a convite do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon.

Estiveram presentes 426 militares de 120 nações, 107 dos quais eram chefes militares.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas afirmou na intervenção inicial, que a organização está em processo de mudança devido à actual situação internacional e que as novas ameaças à paz constituem um verdadeiro desafio ao empenhamento das Forças Armadas de todo o mundo, sendo necessário aumentar a contribuição e a rapidez de projecção dos meios militares na resolução dos vários conflitos, estando ciente que esta questão passa pela vontade e decisão política dos Estados. Referiu ainda que estão a decorrer 16 operações de manutenção de paz lideradas pelas Nações Unidas, onde participam cerca de 130.000 militares, policias e civis de várias nações.

No final da conferência, o General CEMGFA, foi convidado a dar uma entrevista à Rádio ONU onde referiu que o evento inédito é um "momento histórico" e "muito necessário", que traduz o reconhecimento da importância das Forças Armadas na condução das operações de apoio à paz, sob a égide das Nações Unidas, que apresentam hoje maiores riscos, exigindo por isso novos requisitos para as forças militares.

Ainda durante a estada em Nova Iorque, o General Pina Monteiro teve oportunidade de ser recebido em audiência pelo Embaixador de Portugal junto das Nações Unidas, Embaixador Mendonça e Moura.

No quadro das Nações Unidas, Portugal participa actualmente no Mali, com uma aeronave C-130H e 45 militares; no Afeganistão, onde tem desde 2008 um militar no cargo de conselheiro militar; e na Guiné-Bissau, onde participa com um militar.

Desde 1991 até à actualidade, participaram em missões das Nações Unidas cerca de 9500 militares portugueses.
Emgfa

As comemorações oficiais do Dia de Portugal 2015 vão ser em Lamego

A Câmara de Lamego considerou hoje que a escolha da cidade para sede das comemorações oficiais do Dia de Portugal é o reconhecimento do contributo do interior para "a preservação do espírito e da identidade do povo português".

"O Presidente da República assinou hoje um despacho designando a cidade de Lamego como sede, no ano de 2015, das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas", lê-se numa nota divulgada na página electrónica da Presidência da República.
Em comunicado, a autarquia agradece ao Presidente da República "pela honra e distinção que confere à cidade de Lamego", que receberá a cerimónia "com o sentimento do regresso ao início da Portugalidade e ao simbólico ato seminal das primeiras cortes, como reza a tradição, reunidas na Igreja de Almacave por D. Afonso Henriques, em Agosto de 1143".

"Desde esses tempos, somos um povo forte e orgulhoso. Corre-nos nas veias o património genético dos povos guerreiros que aqui passaram, viveram e deixaram marcas de poder. Construíram esta nobre cidade, ajudaram à fundação da nacionalidade e moldaram uma região bafejada pelos privilégios da natureza e pela obra do Homem", acrescenta.

A Câmara garante que a população e as instituições de Lamego e do Douro "estarão à altura deste desafio", que espera venha a ser "um momento de especial visibilidade da realidade económica, social e cultural da região", da sua "fidalguia e hospitalidade" e das suas "imensas capacidades e múltiplas potencialidades".

"Todos os lamecenses saberão fazer deste momento especial de exaltação dos valores do patriotismo e da união entre todos os portugueses espalhados pelo mundo um momento de afirmação da vontade e determinação que, ao longo da história multi milenar da nossa cidade, foi apanágio dos nossos antepassados", refere.

O orgulho dos lamecenses na sua história, no seu património e nas suas instituições (como a Diocese de Lamego e o Centro de Tropas e Operações Especiais), "será o fermento que envolverá toda a população na realização deste evento, na celebração da nossa identidade e na rejeição do pessimismo que tantas vezes nos paralisa", acrescenta.

A autarquia lembra que foi no Centro de Tropas de Operações Especiais que "milhares de portugueses aprenderam a amar e honrar a pátria" e de onde saíram "para defender a liberdade e a independência nacional".

"Aceitamos esta distinção como um desafio colectivo de afirmação do interior e de confiança no futuro, firmados no sinal de vontade e empenhamento que sua excelência o Presidente da República nos transmite", sublinha.

Esta é a primeira vez que Lamego é "palco" do 10 de Junho, no último ano em que Cavaco Silva presidirá às comemorações, visto que o seu mandato como Presidente da República termina em Março de 2016.

Por outro lado, será a quarta vez que Cavaco Silva designa uma cidade do interior para sede do Dia de Portugal, depois de no ano passado ter escolhido a Guarda, em 2013 Elvas e em 2011 ter optado por Castelo Branco. (RTP)

EXÉRCITO NA QUALIFIC@

O Exército vai participar na Qualific@ - Feira de Educação, Formação, Juventude e Emprego, organizada pela Exponor, de 09 a 12 de Abril.

À imagem do que tem acontecido em anos anteriores, o Exército integrará conjuntamente com a Marinha e Força Aérea, o stand do Ministério da Defesa Nacional.

A Qualific@ constitui-se, pela sua dimensão e abrangência, numa excelente oportunidade para o Exército divulgar junto da população civil, os seus meios, capacidades e actividades, com especial destaque para a sensibilização dos jovens portugueses para as temáticas ligadas à defesa nacional.

O Exército terá ao teu dispor um conjunto significativo de recursos humanos e materiais, dos quais destacamos:

· Torre multiactividades – escalada e rappel;

· Viaturas de combate;

· Material/equipamento/armamento utilizado pelas Tropas Especiais: Comandos, Operações Especiais e Para-quedistas;

· Material/equipamento/armamento de Artilharia, Transmissões e Engenharia;

· Equipas de militares para operarem e demonstrarem os equipamentos expostos e para esclarecimento de dúvidas.

Quatro dias repletos de actividades e inovação onde poderás ver de perto alguns dos meios utilizados pelo Exército, manusear o armamento, colocar um para-quedas, entrar nas viaturas militares, subir a torre de escalada e ainda falar connosco.

Levanta-te do sofá e visita-nos. Quem sabe se o teu futuro não passa por aqui? (Exército)

EFEMÉRIDE -INÍCIO DA TRAVESSIA AÉREA DO ATLÂNTICO DO HIDROAVIÃO NAVAL

A dia 30 de Março de 1922, teve início a viagem aérea Lisboa-Rio de Janeiro num hidroavião Naval pilotado por Sacadura Cabral e Gago Coutinho. (MGP)

domingo, 29 de março de 2015

Exército iraquiano prestes a reconquistar Tikrit ao Estado Islâmico

Depois de semanas de ofensiva, as tropas de Bagdade estão às portas da cidade natal de Sadam Hussein, e poderão entrar, nas próximas horas, no centro de Tikrit.

Na fase decisiva desta batalha, as forças iraquianas tiveram pela primeira vez apoio aéreo dos Estados Unidos que bombardeou, nos últimos dias, alvos jihadistas na área.


Do lado das forças governamentais e das milícias xiitas iraquianas, está também o Irão que
tem dado aconselhamento militar. (Sic)

sábado, 28 de março de 2015

HORA DE VERÃO 2015

Portugal continental
Em conformidade com a legislação, a hora legal em Portugal continental:
  • será adiantada  60 minutos à 1 hora de tempo legal (1 hora UTC) do dia 29 de Março.
Região Autónoma da Madeira
Em conformidade com a legislação, a hora legal na Região Autónoma da Madeira:
  • será adiantada  60 minutos à 1 hora de tempo legal (1 hora UTC) do dia 29 de Março.
Região Autónoma dos Açores
Em conformidade com a legislação, a hora legal na Região Autónoma dos Açores:
  • será adiantada  60 minutos às 0 horas de tempo legal (1 hora UTC) do dia 29 de Março.  (OAL)

“LOBOS” PORTUGUESES VOAM NO CÉU DE ANGOLA

A Esquadra 601 "LOBOS" da Força Aérea Portuguesa, realizou no dia 26 de Março de 2015 e no âmbito da cooperação técnico-militar com Países de Língua Portuguesa, uma missão de reconhecimento e vigilância da zona económica exclusiva da República de Angola.

A bordo foram transportados vários militares das Forças Armadas de Angola, salientando-se o General Comandante da Força Aérea Nacional, General Francisco "Hanga", o Chefe do Estado-Maior da Marinha de Guerra Angolana, Almirante Francisco José, o Chefe da Direcção de Informações Militares Operativas, Tenente-General Fragoso "Iani", o Chefe da Direcção de Aviação, Tenente-General Carlos Bamby, o Chefe da Direcção de Operações, Tenente-General Cunha Pinto e o Chefe da Direcção de Ensino e Preparação Combativa, Tenente-General António Santiago.

No decorrer do voo houve ainda oportunidade para efectuar uma demonstração dos modernos sensores que equipam a aeronave P-3C Cup+.

A presença dos "LOBOS" da Força Aérea Portuguesa em Angola, tem por finalidade o reforço da cooperação técnico-militar entre as duas nações e a participação no Exercício OBANGAME EXPRESS 2015. (Emgfa)

NRP CACINE ABERTO A VISITAS EM LEÇA DA PALMEIRA

No âmbito da sua missão na Zona Marítima do Norte, o NRP Cacine irá abrir a visitas na marina de Leça da Palmeira, dia 29 de Março das 10h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00. (MGP)

sexta-feira, 27 de março de 2015

Arábia Saudita ataca Iémen

A Arábia Saudita e sete países aliados lançaram ontem ataques aéreos sobre posições dos rebeldes Houthi no Iémen.

A ofensiva foi considerada uma declaração de guerra pelo movimento xiita e suscitou alertas do Irão, país aliado dos rebeldes.

Em reacção a este novo foco de crise, o petróleo subiu de imediato nos mercados mundiais.

Aviões sauditas bombardearam alvos em Sanaa, atingindo rampas lança-mísseis e aviões da Força Aérea iemenita que caíram nas mãos dos rebeldes.

Segundo testemunhas na capital, tomada em Setembro de 2014 pelos Houthi, os principais alvos foram o aeroporto internacional e uma base aérea próxima. O Irão pediu o fim imediato dos ataques, lembrando que violam a soberania do Iémen, e promete "fazer tudo para controlar a crise".

Por seu lado, o governo saudita alerta que "protegerá por todos os meios o governo legítimo do Iémen", derrubado em 2014 pelos rebeldes, que forçaram a fuga do presidente Abd-Rabbu Mansour. A ofensiva no Iémen tem apoio dos Emirados Árabes Unidos, Qatar, Bahrain, Kowait, Jordânia, Marrocos, Sudão e Egipto.

A guerra fez disparar o preço do petróleo em mais de 3%, elevando a 58,7 dólares (54 euros) o valor do barril de Brent. (CM)

Reunião de chefes militares na ONU é "momento histórico"

O general Artur Pina Monteiro disse à agência Lusa que Ban Ki-moon deu no seu discurso "um sinal inequívoco da importância que as Forças Armadas de todo o mundo têm para a organização".

O CEMGFA disse que o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) "afirmou que a situação internacional e as novas ameaças à paz são um desafio acrescido ao empenhamento das Forças Armadas de todo o mundo e que é necessária maior capacidade de projecção", explicou o responsável.

Nesse sentido, Pina Monteiro considerou este encontro, que reúne pela primeira vez mais de 100 dirigentes militares de todo o mundo, um "momento histórico" e "muito necessário".

"Existem requisitos que os novos desafios globais configuram", disse, referindo-se às novas formas de terrorismo, sobretudo o Estado Islâmico, e explicando que o encontro inclui ainda "debates muito centrados na natureza das operações" necessárias para combater estas ameaças.

Segundo a organização, o encontro tem como principal objectivo estabelecer uma plataforma de entendimento sobre as actuais operações de manutenção da paz.

A ONU, que não tem exército próprio, depende neste momento dos países do sul da Ásia e de África, que compõem os dez maiores contribuintes, para assegurar os 130 mil militares envolvidos nas suas 16 missões.

Com 9.446 homens e mulheres, o Bangladesh lidera a lista. Os Estados Unidos, por exemplo, apenas disponibilizam 119 militares, mas com 2.5 mil milhões de dólares anuais (cerca de 2.3 mil milhões de euros) são, de longe, o maior dador financeiro.

Portugal participa actualmente em três missões: no Mali, onde tem uma aeronave C-130H e 45 militares; no Afeganistão, onde tem desde 2008 um militar no cargo, de rotação anual, de conselheiro militar; e na Guiné-Bissau, onde participa com um militar do Exército, em regime 'Secondment'.

Pina Monteiro visitou o país lusófono há duas semanas e assegurou que Portugal pode alargar esta colaboração, ajudando o país num dos seus maiores objectivos: a reforma no sector de defesa e segurança.

"As Forças armadas portuguesas têm condições para apoiar esta reforma caso isso seja determinado" pelas autoridades do país e a pela missão da ONU, afirmou o responsável. (NM)

ESCLARECIMENTO SOBRE A EVENTUAL AQUISIÇÃO DO NPL SIROCO

Na sequência de notícias vindas a público onde se questiona a posição dos Chefes Militares, nomeadamente a do Chefe do Estado-Maior da Armada, perante a eventual aquisição do Navio Siroco, a Marinha esclarece o seguinte:

​A decisão de adquirir o Navio Polivalente Logístico (NPL) Siroco foi discutida em Conselho de Chefes de Estado-Maior tendo reunido o consenso da Marinha, do Exército e da Força Aérea.

Deste modo, o General Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas propôs a S.Exa o Ministro da Defesa Nacional a adequabilidade e a oportunidade da aquisição deste navio.

Este navio está a ser disponibilizado pela França, em 2ª mão, com 15 anos de operação, a um preço reduzido, face à aquisição de um novo, o que constitui uma oportunidade única no contexto internacional.

Desde 2006 que a aquisição de um navio deste tipo estava prevista como uma necessidade premente de modo a colmatar uma lacuna detectada no Sistema de Forças. Infelizmente os custos de um navio novo impossibilitaram, até agora, a sua aquisição, num momento de fortes restrições financeiras.

Também em 2006 foi prevista a necessidade de modernização das Fragatas da Marinha que constituem parte da Capacidade Oceânica de Superfície da componente naval, no Sistema de Forças.

A modernização das cinco fragatas foi planeada para ser implementada entre 2016 a 2022.

Face à enorme oportunidade da aquisição do NPL Siroco, foi considerado que a modernização das duas últimas fragatas, da classe Vasco da Gama, prevista decorrer entre 2018 a 2022, poderia vir a ser realizada noutros moldes, poupando dessa forma verbas que pudessem ser usadas para a aquisição do NPL Siroco.

Estas duas últimas fragatas sofreriam uma modernização em moldes diferentes que permitissem a sua utilização em cenários de baixa e média intensidade sem comprometer os compromissos nacionais na NATO, mantendo-as totalmente operacionais. Aliás a Marinha está a preparar um documento, a ser submetido ao MDN, em que considera ser possível incluir nesta modernização a Indústria de Defesa Nacional com vantagens para o desenvolvimento deste sector e capacidade nacional, recorrendo a novos sensores e software portugueses.

Também foi unânime, no Conselho de Chefes, que a configuração proposta para a Esquadra com a aquisição do NPL Siroco é mais equilibrada, mais polivalente e flexível, respondendo a um leque muito mais alargado de missões e contribuindo para uma valorização da Marinha no seio das nossas alianças militares. As Forças Armadas Portuguesas passam assim a ter uma capacidade que nunca antes tiveram que lhes conferirá uma mobilidade acrescida, autonomia e capacidade para atuar em terra, a partir do mar num raio alargado de Acção.

Este Navio vem colmatar não só uma lacuna militar antiga, fortemente sentida na crise da evacuação de portugueses de áreas de instabilidade político-militar no fim da década de 90, como também garantir uma capacidade autónoma de intervenção, rápida e disponível no país, na protecção civil para os arquipélagos da Madeira e Açores em caso de catástrofes, ou calamidades públicas. (MGP)

Postos da GNR podem fechar por falta de efectivos

O comandante da GNR de Castelo Branco, Oliveira Gonçalves, disse à agência Lusa que oito ou nove dos 31 postos territoriais existentes no distrito podem encerrar e que os efectivos serão concentrados em outros.

«As propostas vão no sentido de encerrar oito ou nove postos e concentrar [os efectivos] em outros. É uma proposta nossa, bem estudada, mas ainda não há prazos» para a concretizar, disse Oliveira Gonçalves.

O comandante do Comando Territorial da GNR de Castelo Branco que falava à margem da cerimónia do Dia da Unidade, explicou ainda que actualmente existem 31 postos territoriais em todo o distrito e adiantou que gostaria de os manter ou ter ainda mais se houvesse efectivos para isso.

«Como isso não acontece e considerando a nossa realidade, os efectivos actuais e perspectivas futuras, penso que a melhor forma de servir as pessoas é concentrar mais efectivos. Não tem sido viável, isso é uma decisão sobretudo política, a mim compete-me fazer propostas», adiantou.

Neste sentido, Oliveira Gonçalves sublinhou que seria «muito vantajoso» que em vez de haver postos territoriais com dois ou cinco elementos, estes fossem concentrados em outros postos.

«São números [de efectivos] que manifestamente não permitem cumprir a missão da GNR. Então, entendemos que seria preferível concentrar os meios em alguns postos, passando pelo encerramento de outros ou, pelo menos, passarem a simples postos de atendimento», disse o comandante da GNR de Castelo Branco.

Contudo, Oliveira Gonçalves adiantou que essa decisão, que ainda não tem datas ou prazos definidos, «passará sempre por um diálogo com os autarcas e com os cidadãos».

«Se formos suficientemente competentes para explicar isto aos cidadãos, eles compreenderão que são melhor servidos porque o pessoal em vez de estar a guardar o próprio posto, estará na rua a servi-los», concluiu em declarações à Lusa. (TVI24)

Esquadra da PSP no Palácio Folgosa espera inauguração

A esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP) do Palácio Folgosa, em Lisboa, cujas obras se iniciaram em 2011, "encontra-se concluída e será inaugurada nas próximas semanas", informou hoje o Ministério da Administração Interna (MAI).

O Palácio Folgosa, na Rua da Palma, foi cedido pela Câmara de Lisboa ao MAI, no âmbito de um protocolo assinado em 2005, mas as obras só começaram em 2011 e terminaram este ano, após um investimento de 3,3 milhões de euros.

"Os trabalhos estiveram suspensos cerca de um ano e meio, em virtude de terem sido encontrados objectos, no decorrer das escavações, que aparentavam ter valor arqueológico. Apesar de tal não se ter confirmado, também se verificou a necessidade de fazer alterações ao projeto, relacionadas com características do terreno em que o edifício se encontra implantado", segundo o MAI, em informações escritas enviadas à agência Lusa.

O MAI indicou, também, que em Fevereiro deste ano foram desactivadas as esquadras de Santa Marta e da Mouraria, que vão estar concentradas no Palácio Folgosa. O mesmo espaço vai alojar a sede da primeira divisão da PSP -- actualmente localizada na Rua Gomes Freire --, transferência que "está a decorrer", de acordo com o Ministério.

No início do ano passado, o Governo iniciou a reorganização do dispositivo policial em Lisboa (e também no Porto), que se pretende traduzir numa "racionalização das instalações e num aumento significativo da presença e visibilidade da polícia" nas ruas, mais concretamente de 267 elementos na capital (19% do efectivo total).

Em Maio do mesmo ano, foi aprovada em reunião camarária a proposta que prevê o encerramento de 14 esquadras e a construção de outras seis em Lisboa.

Até ao momento, acrescentou o MAI, já foram desactivadas as esquadras da Boavista, Rossio e Bela Vista (a 05 de maio de 2014) e a do Alto do Lumiar (no dia 30 do mesmo mês). Neste último local, mantém-se a Divisão de Trânsito.

Foi ainda desactivada, em Setembro do ano passado, a esquadra de Santa Apolónia, onde ainda funciona um posto de atendimento aos turistas. Depois de concluídas as obras em curso, passarão a estar também neste local alguns serviços da Divisão de Segurança a Transportes Públicos do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, acrescentou o MAI.

Anteriormente, em Dezembro de 2013, tinha sido inaugurada a esquadra da Rua da Prata, que substituiu a da Praça do Comércio.

Além destas esquadras, está ainda "a ser elaborado o projecto de execução da nova esquadra de Marvila, prevendo-se que o lançamento do concurso para a empreitada ocorra em maio", adiantou o MAI na informação transmitida à Lusa.

Esta esquadra vai agregar as esquadras do Bairro do Condado e da zona J de Chelas, que serão posteriormente desactivadas.

Incluídas na reorganização policial estão também as três esquadras da freguesia de Carnide. Segundo o MAI, "encontram-se a ser desenvolvidos os trabalhos técnicos para instalação de uma nova esquadra [na zona], que agregará as que existem actualmente, juntamente com a Divisão de Investigação Criminal, sita no Porto de Lisboa".

"Esta opção permitirá um reforço muito significativo do número de polícias na área de Carnide, Horta Nova e Bairro Padre Cruz, passando a operar 333 polícias naquela área de Lisboa", sublinhou o Ministério. (NM)

DIA DO REGIMENTO DE INFANTARIA Nº19 E EVOCAÇÃO DO CENTENÁRIO DA GRANDE GUERRA

No âmbito das comemorações do 206º Aniversário do Regimento de Infantaria nº 19 (RI19) e no contexto da Evocação do Centenário da Grande Guerra realizou-se em Chaves, no Auditório do Centro Cultural, em 20 de Março, uma conferência subordinada ao tema “ORIGENS DA GRANDE GUERRA” e “A RAZÃO SUBTIL DA BELIGERÂNCIA PORTUGUESA”, tendo como conferencistas convidados os Exmos. Senhores Coronel David Martelo e Coronel Luís Fraga.

O evento contou com o apoio activo de todas as Câmaras Municipais do Alto Tâmega, Chaves, Boticas, Montalegre, Valpaços, Ribeira de Pena e Vila Pouca de Aguiar. Estiveram presentes diversas altas entidades, civis e militares.

Após umas breves palavras iniciais do Comandante do RI19, entoou-se o Hino Nacional, interpretado pelo Coro dos alunos do Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins, que terminaram a actuação com o Cântico do “Avé Maria” e “Marcha de Chaves” em homenagem a todos os Bravos Combatentes do Alto Tâmega que participaram na 1ª Guerra Mundial.

Integrado nas festividades do Dia da Unidade e Centenário da Grande Guerra, o RI19, com o apoio da Direcção de História e Cultura Militar, da Liga dos Combatentes e da Câmara Municipal de Chaves, apresentou em 23 de Março, ao público Flaviense, a exposição evocativa intitulada “ 100 Anos Depois – Recordar”, destacando-se a presença do Presidente da Câmara Municipal de Chaves, Arqº António Cabeleira e o Presidente da Assembleia Municipal de Chaves, Prof Francisco Viegas.

A exposição integra algum armamento, equipamento e fardamento utilizados na 1ª Grande Guerra.

Contra-almirante português vai comandar a SNMG 1

O contra-almirante Silvestre Correia vai comandar a "Standing NATO Maritime Group 1", entre Junho e Dezembro deste ano, a força naval da organização no combate à pirataria no Índico, que será liderada pela fragata Dom Francisco de Almeida.

O porta-voz da Marinha adiantou à agência Lusa que a fragata portuguesa será o navio chefe desta força da Aliança Atlântica durante o segundo semestre de 2015.

Segundo um decreto do Presidente da República publicado hoje em Diário da República, o contra-almirante Alberto Silvestre Correia irá assumir as funções de comandante desta força entre 07 de Junho e 20 de Dezembro.

Licenciado em Ciências Militares Navais, o contra-almirante Silvestre Correia já foi comandante da Esquadrilha de Escoltas Oceânicos e também da Força de Reacção Imediata. (RTP)

CADETES DA ESCOLA NAVAL REALIZAM EXERCÍCIO TRÓIA 2015

Durante o exercício está prevista a realização de uma simulação de Ajuda Humanitária, onde serão testados os ensinamentos adquiridos nas áreas da instrução militar, da liderança, da educação física aplicada, táctica e formação marinheira, provas de progressão no terreno, exercícios de tiro com armamento portátil na carreira de tiro de Pinheiro da Cruz e uma prova de progressão em meio aquático, com recurso à utilização de botes a remos entre a Murta e o Ponto de Apoio Naval em Tróia. O exercício termina com a realização de uma marcha militar entre a praia da Comporta e a praia da Raposa (Pinheiro da Cruz).

Esta acção tem como objectivos proporcionar aos cadetes, futuros oficiais da Marinha, a oportunidade de consolidarem valores da formação militar, nomeadamente a capacidade de liderança, o sentido de camaradagem, capacidade de organização e o trabalho em grupo.

Neste exercício participam 156 cadetes da Escola Naval, 2 cadetes convidados da Escuela Naval Militar – Espanha, e 2 cadetes da Marineschule Murwik – Alemanha, a par com 6 cadetes/alunos dos Estabelecimentos de Ensino Superior Militares, nomeadamente 2 cadetes da Academia Militar, 2 cadetes da Academia da Força Aérea e 2 alunos do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna. (MGP)

NOBRE CASA DE CIDADANIA HOMENAGEIA CIDADÃOS PELA PRÁTICA DE ACTOS NOBRES

Augusto Neves de Sousa, Domingos Silva, Maria do Céu da Conceição, Maria Gabriel Sousa e Hélder José Pereira foram os cidadãos que se evidenciaram este ano entre os louvores atribuídos, e que receberam pelas mãos da Comissão de Honra da Nobre Casa de Cidadania, o título de Cidadão Nobre.


Estes cinco cidadãos foram assim reconhecidos por terem praticado actos de excepcional nobreza, em benefício de terceiros e ausentes de qualquer interesse pessoal, numa cerimónia emotiva que reuniu no sábado, 21 de Março, no Museu da Marinha, em Lisboa, cerca de 70 pessoas.

Esta cerimónia contou também com a presença de outros cidadãos agraciados e respectivas famílias, representantes do Conselho Institucional e personalidade distintas pertencentes à sociedade portuguesa, como o Júlio Isidro ou Rosário Farmhouse. Ajudar cidadãos com deficiência e jovens em risco, fundar uma instituição, dedicar a própria vida em prol dos ouros, transformar sofrimento em sorrisos e entrar numa casa em chamas foram os Actos Nobres que se evidenciaram e que revelam valores de integridade, honra e humanidade.

Os Actos dos cidadãos agora homenageados com o Título Cidadão Nobre são exemplo de uma sociedade humana, e inspiradora, da qual fazem parte cidadãos exemplares, que sem hesitar, de forma determinada e altruísta fizeram a diferença ao encher de esperança a vida de quem se cruzou no seu caminho.

“A Nobre Casa de Cidadania, em conjunto com todos os seus parceiros, percorreu um longo caminho. Juntos continuaremos esta missão em prol de uma Cidadania mais participada, em prol de um Portugal mais solidário”, afirma Rosário Farmhouse, membro da Comissão de Honra da Nobre Casa de Cidadania.

Em 2015, a Nobre Casa de Cidadania irá continuar a receber propostas para agraciação, em www.nobrecasadecidadania.pt, de cidadãos que queiram ver alguém reconhecido por um ato praticado e que considerem ser nobre. Numa primeira fase, a selecção dos Actos a agraciar é feita pelo Conselho Institucional da Nobre Casa de Cidadania, do qual fazem parte a Autoridade Nacional para a Protecção Civil, o Corpo Nacional de Escutas, a Direcção Geral de Educação, o Estado-Maior-General das Forças Armadas, a Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa, a Fundação para a Ciência e Tecnologia, a GRACE, o INEM, a Liga dos Bombeiros Portugueses, a Plataforma Portuguesa das ONG’s para o Desenvolvimento e a Polícia de Segurança Pública. Sendo, numa segunda fase, requerida a intervenção da Comissão de Honra, à qual pertencem personalidades distintas da sociedade portuguesa como o Professor António Barros Cardoso, o Professor Daniel Serrão, o General Loureiro dos Santos, Júlio Isidro, Manuel Sérgio, o Padre Vitor Melícias, Pedro Bacelar de Vasconcelos e Rosário Farmhouse.

A Nobre Casa de Cidadania surgiu sob a mentoria da empresa cidadã Nobre que identificou a necessidade e a oportunidade de reconhecer e homenagear estes actos, de forma a transmitir às actuais e novas gerações o verdadeiro valor e significado de nobreza e cidadania.

Descubra os motivos que levaram a Nobre Casa de Cidadania a atribuir o título Cidadão Nobre a estes cidadãos.

#1 Augusto Neves de Sousa

(…) pela autoria do Acto Nobre de ajudar diariamente cidadãos com deficiência e crianças e jovens em risco na Associação Rumo e na Nós – Associação de Pais e Técnicos para Integração do Deficiente, no Barreiro, facilitando o acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho. Um Acto Nobre que pratica diariamente desde 1978 e que inspira os seus pares, pela extrema dedicação, perseverança e disponibilidade.

#2 Domingos Silva

(…) pela autoria do Acto Nobre de prestar diariamente apoio a mais de 50 pessoas que, tal como ele, vêem apenas com o coração. Com determinação e coragem, fundou, em 1996, a Associação de Apoio aos Deficientes Visuais do Distrito de Braga com o objectivo de ensinar a enfrentar os desafios com positivismo, vivendo integrados e activos nas suas comunidades e sempre com um sorriso. Um Ato Nobre que é em simultâneo um exemplo de vida, força de carácter e resiliência.

#3 Maria do Céu da Conceição

(…) pela autoria do Acto Nobre de ter colocado a sua vida em segundo plano para que outros pudessem viver as suas de forma mais digna, em Dhaka, Bangladesh. A Fundação Maria Cristina gere uma pequena comunidade, com estruturas que permitiram retirar das favelas cerca de 600 crianças e 40 famílias. Um Acto Nobre que reflecte uma vida de empenho e dedicação em prol dos outros.

#4 Maria Gabriel Sousa

(…) pela autoria do Acto Nobre de diariamente contribuir para minimizar a dor e o cansaço de milhares de crianças e famílias, ajudando a transformar sofrimento em sorrisos. Ultrapassando as suas próprias contrariedades, dedica-se desde 2001 aos outros, de Norte a Sul do País e Ilhas, tendo já proporcionado momentos de felicidade a milhares de crianças internadas. Uma vida que é em si um Acto Nobre.

#5 Hélder Pereira

(…) pela autoria do Acto Nobre de colocar a vida dos outros em primeiro lugar e ter entrado numa casa em chamas em busca de potenciais vítimas, no dia 27 de Abril de 2014, em Vila Nova de Famalicão. Um acto praticado com coragem, abnegação e humanidade num serviço a que diariamente se entrega ao longo dos últimos 9 anos. (Cemgfa)

EFEMÉRIDE - NRP SAGITÁRIO, PÉGASO E ORION, AUMENTADOS AO EFECTIVO DA MARINHA

A 27 de Março de 2001, as lanchas de fiscalização Sagitário, Pégaso e Orion, eram aumentados ao efectivo da Marinha de Guerra Portuguesa. (MGP)

quinta-feira, 26 de março de 2015

Marinha avisa que navio logístico Siroco é "oportunidade única" para as Forças Armadas

A compra do navio polivalente logístico Siroco "constitui uma oportunidade única no contexto internacional" e é apoiada pelos quatro ramos das Forças Armadas, disse hoje à agência Lusa o porta-voz da Marinha, comandante Paulo Vicente.

Numa declaração à agência Lusa, o porta-voz da Armada salientou que o navio "vem colmatar não só uma lacuna militar antiga, fortemente sentida na crise da evacuação de portugueses de áreas de instabilidade político militar no fim da década de 90, como também garantir uma capacidade autónoma de intervenção, rápida e disponível no país, na protecção civil para os arquipélagos da Madeira e Açores em caso de catástrofes ou calamidades".

O militar referiu que este navio é "disponibilizado pela França, em segunda mão, com 15 anos de operação, a um preço reduzido face à aquisição de um novo, o que constitui uma oportunidade única no contexto internacional", e que esta opção proposta ao ministro da Defesa reúne consenso dos quatro chefes militares.

"Desde 2006 que a aquisição de um navio deste tipo estava prevista como uma necessidade premente de modo a colmatar uma lacuna detectada no Sistema de Forças. Infelizmente os custos de um navio novo impossibilitaram, até agora, a sua aquisição, num momento de fortes restrições financeiras", observou.

O porta-voz da Armada adiantou ainda que, "face à enorme oportunidade da aquisição do Siroco", foi "considerado que a modernização das duas últimas fragatas, da classe Vasco da Gama, prevista decorrer entre 2018 a 2022, poderia vir a ser realizada noutros moldes, poupando dessa forma verbas que pudessem ser usadas".

"Estas duas últimas fragatas sofreriam uma modernização em moldes diferentes que permitissem a sua utilização em cenários de baixa e média intensidade sem comprometer os compromissos nacionais na NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), mantendo-as totalmente operacionais", declarou.

Paulo Vicente revelou ainda que também foi unânime no seio do Conselho de Chefes que "a configuração proposta para a Esquadra com a aquisição do Siroco é mais equilibrada, mais polivalente e flexível, respondendo a um leque muito mais alargado de missões e contribuindo para uma valorização da Marinha no seio das alianças militares" de Portugal.

O Ministério da Defesa admitiu hoje estar a ponderar a suspensão das negociações com o Estado francês para comprar o Siroco, um navio posto à venda no ano passado por cerca de 80 milhões de euros e que também despertou o interesse de países como o Brasil ou o Chile.

O ministro José Pedro Aguiar-Branco considera que a abstenção do PS na votação na especialidade da Lei da Programação Militar põe em causa o consenso necessário para avançar com a aquisição deste navio polivalente logístico. (Lusa)

Blogues em destaque no "Defesa Nacional"

Os blogues "Cannon Two", "Planes and stuff","Cruz de Guerra",Motores", e o "Site de Apostas" entram para a coluna de blogues em destaque no "Defesa Nacional".

GENERAL CEMGFA PARTICIPA NA 1.ª CONFERÊNCIA DE CHEFES DAS FORÇAS ARMADAS NAS NAÇÕES UNIDAS

O Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), General Artur Pina Monteiro participará a convite do Secretário-Geral das Nações Unidas amanhã, dia 27 de Março de 2015, numa reunião inédita na sede desta organização, em Nova Iorque, onde estarão presentes mais de 100 chefes militares, das várias nações.

Esta reunião tem como principal objectivo estabelecer uma plataforma de entendimento comum sobre o ambiente estratégico e operacional das actuais Operações de Manutenção da Paz sob a égide das Nações Unidas, bem como, ainda, discutir e identificar formas de fazer face aos desafios da actualidade, no contexto de incerteza e insegurança. (Emgfa)

Brigada Mecanizada prepara Exercicio Trident Juncture 2015

No âmbito do planeamento do exercício de alta visibilidade da NATO, “TRIDENT JUNCTURE 2015” , que visa treinar e certificar o Joint Force Command Brunssumno Comando e Controlo da NATO Response Force 2016, decorreu na Brigada Mecanizada (BrigMec), no período de 18 a 20 de Março a apresentação do Site Survey (SiSu) detalhado e liderado pelo Headquarters Alied Land Command(LANDOM), sediado em IZMIR, Turquia.

De entre os vários objectivos do SiSu, que antecede a Main Planning Conference, destacam-se a confirmação dos Objetivos de Treino, o planeamento da Combined Joint Ofensive Operation, a constituição e organização das Forças Opositoras e a discussão e finalização das Statement of Requirments (SOR) das várias nações intervenientes. No total estiveram presentes, em Santa Margarida, cerca de 150 militares oriundos de várias nações.

Das várias actividades desenvolvidas salientam-se os reconhecimentos às infraestruturas de treino e tiro, bem como aos locais exteriores à BrigMec onde podem ocorrer eventos de grande visibilidade. (Exército)

FRAGATA BARTOLOMEU DIAS VISITA ANGOLA

A fragata Bartolomeu Dias, da Marinha Portuguesa, visita Angola e atraca no porto de Luanda, hoje dia 26 de Março de 2015, onde irá desenvolver várias acções no âmbito da cooperação bilateral, após ter participado no exercício internacional OBANGAME EXPRESS 2015, no âmbito da segurança marítima no Golfo da Guiné.

A cooperação com a Marinha de Guerra de Angola (MGA) enquadra-se na iniciativa MAR ABERTO, que visa o aprofundamento e o reforço da cooperação bilateral junto de países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, através de acções conjuntas de instrução e treino, tendentes à edificação de capacidades próprias dos países parceiros, no quadro da estrutura superior das Forças Armadas, dos sistemas de segurança marítima e de autoridade marítima.

Durante a estada da fragata em Luanda, estão previstas múltiplas acções de cooperação, entre as quais salienta-se a realização de acções de instrução e treino na área do mergulho de combate e de abordagem a navios. O navio português estará aberto a visitas de entidades locais, de representações diplomáticas e representantes da comunidade portuguesa ali radicados e promoverá ainda as visitas de estudo.

A fragata Bartolomeu Dias é comandada pelo Capitão-de-fragata Paulo Cavaleiro Ângelo e tem embarcados 172 militares portugueses e militares convidados de outras nações.

Está previsto o navio largar de Luanda no próximo dia 2 de Abril, com cadetes da Academia Naval da MGA embarcados, a fim de efectuarem treino de mar, com enfoque nos domínios da navegação, da marinharia e da segurança no mar. (Emgfa)